Paul Gauguin

*Paris, 7/6/1848 - † Taiti, 8/5/1903

Em sua palheta, a cor local do exotismo romântico. Fugitivo da deletéria civilização, fundeou o éden no Taiti. Onde a nudez paradisíaca da alma orna com flores vermelhas a oferenda dos seios de renascidas evas.

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Desconhecendo de onde viemos, o que somos e para onde vamos, gauguin_onde_vamos.jpg (144716 bytes)

teríamos a coragem de nos lançar à aventura da descoberta? A coragem de jogar para o alto as conquistas burguesas (emprego, lar, família) para singrar aquela onda rousseauniana do bom selvagem que hiberna em nós?

Em seus cristos, seja o amarelo,  seja o verde, gauguin_cristo.jpg (50411 bytes)

figuram-se a clorose e o azinhavre que condenaram à crucifixão o credo em nossa inocência e bondade ditas naturais.